Os Erros mais comuns nos Sites Institucionais e Lojas Online

Os Erros mais comuns nos Sites Institucionais e Lojas Online

Muitas empresas, e bem, delegam em profissionais a criação do seu Site ou Loja Online. Infelizmente, muitos desses profissionais limitam-se a fazer o design do site, não se preocupando com o marketing do cliente, ou seja, se o Site ou Loja Online está a cumprir os seus objetivos comerciais.

Isso leva a termos sites com problemas flagrantes que, muitas vezes, tornam os sites absolutamente inúteis em termos comerciais. Vamos ver os erros mais comuns e, por amor de Deus, se o seu site sofrer destes problemas, fale de imediato com um profissional como deve ser que lhe ponha o site a render.

 

1. Não ter Site

Temos de começar pelo erro mais comum: nem sequer ter Site. Há empresas que ainda não encaixaram a importância comercial da Internet e fazem os seus negócios depender de telefonemas, visitas de comerciais ou de, simplesmente, terem loja de porta aberta. Todos os negócios beneficiam de ter Site. Mesmo negócios típicos de porta aberta são cada vez mais apenas visitados pelos clientes após uma pesquisa online. Estamos em 2018. Porque é que o seu negócio ainda está em 1999?

 

2. Ter apenas Facebook

Isto é um tipo específico de empresas que percebem a importância de estar na Internet, mas que acham que basta ter página de Facebook. Meus amigos, não é a mesma coisa. Por vários motivos. Primeiro, o Site é vosso e está sob o vosso controlo. A página de Facebook não é vossa, é da empresa Facebook, o que significa que pode ser eliminada a qualquer momento por qualquer razão e, de repente, a vossa empresa deixa de ter presença na Internet. Segundo, um Site tem uma estrutura organizada, com menu, links internos, etc. O Facebook é uma lista corrida de publicações. Um Site bem feito permite a um cliente encontrar qualquer informação em apenas alguns segundos, por exemplo, num restaurante, qual o prato do dia. Já no Facebook, para encontrar o “prato do dia”, o utilizador tem que andar a correr as publicações até encontrar aquela em que está a informação que procura. E, depois de encontrar, como é que reserva mesa? Essa publicação não tem nenhum formulário de reserva, ao contrário da página de “Prato do dia” do Site. O cliente vai ter que telefonar para reservar? Voltamos a obrigar o cliente a voltar a 1999? Garanto-lhe que os clientes não têm este trabalho, a sua empresa não é a única no mercado, mas pode ser a única sem Site e pagar o preço por isso.

 

3. Não ter o Site acessível com e sem www

Este é um dos problemas de recorrer a uma empresa ou webdesigner para fazer o Site e ter o Site alojado com outra empresa. Por falta de comunicação, falta de brio profissional ou por simples incompetência, configuraram-lhe mal o Site e quando uma pessoa entra no Site colocando o www o Site não abre porque apenas está configurado com o domínio (sem o www), ou vice-versa, apenas aparece se se colocar o www. Ora, os clientes não sabem se o seu Site tem www ou não e como 99% dos Sites da Internet estão acessíveis de igual forma com ou sem o www, se o seu Site não abrir da forma que o cliente colocou, ele vai presumir que o Site não existe ou está em baixo e vai desistir.

 

4. Não ter certificado digital (https)

Até há pouco tempo isto não era crítico (comercialmente falando), mas agora já é. Ou seja, o seu Site tem que ter instalado (e devidamente configurado) um certificado digital (o que faz a morada do seu Site mudar de http para https). Se não tiver, os utilizadores vão ver um aviso de segurança no seu browser de Internet e, por medo, podem deixar de usar o Site. Também o Google penaliza o seu Site nos resultados de pesquisa caso não tenha um certificado digital. Por fim, e eticamente falando, ter um certificado digital traz uma camada extra de segurança aos seus clientes, nomeadamente, quando lhe têm que fornecer dados pessoais (por exemplo, numa encomenda online), pelo que será responsável da sua parte ter essa preocupação.

 

5. Ter erros no Site

Este é um problema muito comum e revelador da forma “desligada” como as empresas encaram os seus próprios Sites de Internet. Sites inteiros que não carregam devido a erros no servidor de alojamento (erros na base de dados, limites de tráfego atingidos, etc), páginas inexistentes, links que não levam a lado nenhum, erros ortográficos, conteúdos desatualizados (não imaginam como é comum sites de empresas com os e-mails e telefones desatualizados). Uma avalanche de erros que, na melhor das hipóteses, causam péssima impressão nos clientes e, na pior, impedem a consulta do Site e levam o cliente a desistir. E isto tudo porque os empresários são capazes de visitar o Facebook 50 vezes por dia, mas visitam o seu próprio Site 1 vez por ano, pelo que este tipo de erros fica online durante meses até ser detetado.

 

6. Depender do Flash ou do Java para partes ou a totalidade do Site

Até há pouco tempo isto ainda era aceitável. Já não é. Hoje em dia, a maior parte dos browsers de Internet, e a quase totalidade dos Smartphones, não mostra Sites construídos (ou com partes) em Flash ou Java. Se quer que o seu Site seja acessível por todos os utilizadores em todos os equipamentos e browsers, transite o seu Site para HTML standard, eventualmente com uma plataforma como o WordPress. Para mais detalhes sobre este assunto, leia este artigo: https://www.iflexi.pt/blog/8-razoes-para-passar-de-sites-em-flash-para-sites-em-html/

 

7. Colocar o Site online sem o testar em vários computadores e browsers

Isto é tanto culpa dos empresários como dos designers/programadores dos sites. Quando se coloca um site online é essencial testá-lo em vários computadores com vários sistemas operativos, vários browsers, e também em tablets e Smartphones, quanto mais diferentes melhor. É que podemos estar a colocar online um Site que funciona mal para 30% ou 40% dos clientes e nem nos apercebemos pois no nosso computador funciona bem, mas em outros não.

 

8. Não ter o Site acessível por Smartphone

Numa altura em que mais de 50% dos utilizadores já acedem aos Sites através de Smartphones, é indispensável ter um Site que não só abra mas que também seja facilmente navegável num Smartphone. Há várias formas de o fazer. Há Sites que têm uma versão própria para telemóvel. Há outros que fazem apenas pequenos ajustes de forma automática de acordo com o tamanho do ecrã (os chamados Sites responsivos). Há vantagens e desvantagens em ambas as abordagens. Pessoalmente, preferimos optar pela abordagem responsiva, pois o que realmente nos interessa na maior parte dos Sites é o espaço que o utilizador tem para navegar, e não o equipamento em si que ele está a usar.

 

9. Ignorar o SEO (Search Engine Optimization)

Há pessoas que chegam ao seu Site porque alguém lhes enviou um link direto com a sua morada, há outros que escrevem a morada diretamente na barra de endereços, e há outros que nunca se lembram ou que não sabem a morada do seu Site e por isso vão ao Google pesquisar, ou pelo nome da empresa, ou por palavras-chave relacionadas com o seu negócio. Estes últimos são a maioria dos seus visitantes. Por isso, quando cria um novo Site (ou loja online) não pode de forma nenhuma descurar a otimização para os motores de busca onde, para além de aspetos técnicos como a velocidade de carregamento do seu Site, está a relevância do conteúdo, que inclui textos abrangentes e descritivos nas suas páginas, devidamente formatados, e em que as palavras-chave prováveis de serem pesquisadas pelos utilizadores são utilizadas de forma q.b. naturalmente nos textos do seu Site. Por isso, perca algum tempo a pensar em como as pessoas pesquisam e a incorporar esses termos de pesquisa nos seus conteúdos. Não descure a importância do SEO!

 

10. Não divulgar o e-mail

Desde o nascimento da Internet, que todos sofremos com a praga do spam (e-mails não solicitados). Isso leva muitas empresas a deixar de divulgar o seu e-mail no seu Site, como forma de, pensam eles, deixar de receber spam no seu e-mail. Mas não só isso não acontece (porque as moradas de e-mail, mais cedo ou mais tarde, acabam por ir na mesma parar aos spammers), como estão a retirar aos seus clientes aquele que é hoje em dia o meio preferencial de contacto entre os clientes e as empresas. É verdade que é chato receber e passar o dia a apagar e-mails de lixo, mas não é muito pior ter a caixa de entrada completamente vazia sem e-mails de clientes? É que nenhum cliente hoje em dia vai pegar no telefone para ligar para a empresa para perguntar qual o seu e-mail (como muitas destas empresas sugerem na sua página de contactos). É mais fácil para o cliente fazer uma pesquisa no Google e escolher outra empresa.

 

11. Não ter formulário de contacto

Quer já se divulgue ou não o e-mail na página de contactos do Site, é essencial ter sempre na mesma um formulário de contacto. Por várias razões. Primeiro, é “obrigatório” caso não se divulgue de todo o e-mail. Segundo, nem toda a gente tem a possibilidade de enviar e-mails na ponta do dedo. Podem não estar no seu computador habitual, podem estar com um telemóvel “antigo” e não com um Smartphone, podem não querer fornecer-lhe o seu e-mail mas apenas o seu telefone, etc. Por isso, tenha sempre um formulário de contacto e pondere bem que campos são mesmo indispensáveis para devolver o contacto ao cliente (e-mail, telefone?).

 

12. Não ter mapa de localização Google Maps (ou outro do género)

Se a sua empresa tem uma localização física (seja escritório ou loja) com atendimento ao público, não complique a vida aos seus clientes. Para além da morada, coloque na página de contactos do Site um mapa Google (ou outro do tipo) “embebido” na página, para que a pessoa possa logo ver a localização e até navegar no mapa para se orientar. Não obrigue o cliente a ter que andar a copiar a morada para ir a Sites ou aplicações externas de mapas à procura, quando pode ver isso sem sair do seu Site.

 

13. Não divulgar os preços dos produtos ou serviços

Esta estratégia “comercial” das empresas é algo que sinceramente não conseguimos “encaixar”. Muitas empresas divulgam os seus serviços ou produtos sem indicação do seu preço, obrigando o cliente a ter que os contactar para perguntar o preço quando, em 99% dos casos, se tratam de serviços ou produtos com um preço fixo, ou seja, não precisam de qualquer informação específica do cliente para poderem orçamentar o serviço ou o produto. As empresas fazem isto para “esconderem” os preços da sua concorrência. Contudo, basta a concorrência pegar num e-mail ou num telefone e perguntar-lhes o preço e eles dizem, como é óbvio, porque não sabem se estão a falar com um potencial cliente ou com um concorrente. Então para quê todo este mistério se vão revelar na mesma os preços? Estas empresas nem se apercebem do erro que estão a cometer pois 90% dos clientes hoje em dia desistem logo de uma empresa se não virem logo os preços no Site e vão para outra. O problema é que, como as empresas não chegam a receber o contacto desses clientes, nem têm noção de que os estão a perder. Parem com isso, é simplesmente parvo!

 

14. Não divulgar o Site

Por fim, há quem pense que assim que coloca o seu Site online o mesmo passa logo a chegar aos utilizadores. Não é bem assim. É preciso dar o seu Site a conhecer aos motores de busca, é preciso divulgar o seu Site nas redes sociais, é preciso divulgar o seu Site nas assinaturas dos seus e-mails, é preciso divulgar o seu Site nos seus cartões de visita, é preciso divulgar o seu Site em todos os anúncios que fizer (online e offline). Investiu no seu Site e agora não o divulga para rentabilizar o seu investimento? Quão ridículo é isso?

 

Dica: Tem a certeza de que o seu Site não cai em nenhum destes erros? Conte com o profissionalismo e a experiência da equipa iFlexi para criar devidamente o seu novo Site. Mais informação aqui: http://www.iflexiopensite.com

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