8 Razões para passar de Sites em Flash para Sites em HTML

8 Razões para passar de Sites em Flash para Sites em HTML

Durante muitos anos, o Flash foi uma tecnologia muito utilizada na construção de Sites de Internet, principalmente quando se pretendia dar alguma animação aos sites, pôr “coisas a mexer”.

A sua popularidade era justificada. A criação de animações e de sites em Flash era muito fácil e rápida de implementar, por comparação com a solução “equivalente” nos sites em HTML: o javascript, mais complexo e menos orientado para os gráficos. E, assim, o Flash foi utilizado exaustivamente, em animações, banners, menus, sites inteiros e até aplicações web.

Até ao dia em que a tecnologia Flash morreu!

Praticamente de um dia para o outro, os criadores de browsers de Internet e depois a própria Adobe (a responsável pelo desenvolvimento do Flash), deixaram de suportar o Flash nos browsers modernos e, principalmente, nos smartphones.

De repente, milhões de sites começaram a aparecer “incompletos”, ou deixaram mesmo de carregar por completo, situação que ocorre na maioria dos smartphones.

Tornou-se assim urgente passar dos sites em Flash para os sites em HTML, mesmo que só se use o Flash em partes do site.

Se ainda usa o Flash no seu site, aqui estão 8 razões para que mude imediatamente para um site em HTML, por exemplo, um site desenvolvido com a Plataforma WordPress.

1 – Os browsers de Internet mais modernos já não mostram os sites em Flash

A maioria dos novos browsers já não mostra um site em Flash aos utilizadores, mostrando apenas uma página em branco/de erro. Nalguns casos, o utilizador ainda consegue ver o site se seguir algumas instruções (que, realisticamente, a maior parte dos utilizadores não sabe/não segue). Noutros casos, já nem há hipótese de fazer nada para ver o site, é simplesmente impossível. Neste momento, 87% dos utilizadores de Internet usam browsers em que o Flash está desativado e que, portanto, não vêem o seu site.

 

2 – Os smartphones e tablets não mostram os sites em Flash

Praticamente nenhum smartphone ou tablet no mercado mostra sites em Flash (pelo menos, sem que o utilizador tenha que levar a cabo uma série de instalações e configurações manhosas que, obviamente, a maior parte dos utilizadores não faz). Ora, numa altura em que 56% dos utilizadores acede à Internet pelo smartphone ou tablet, o seu site não aparece a nenhuma dessas pessoas.

 

3 – O Google não gosta do Flash

O Flash sempre foi uma tecnologia mais orientada para os gráficos e animações do que para conteúdos e textos. Ora, o Google dá primazia aos textos quando decide a ordem pela qual os sites aparecem nas suas pesquisas. Quando o Google encontra um site em Flash, tem bastante dificuldade (ou mesmo impossibilidade) de ler os textos, ou seja, para o Google é como se o seu site não tivesse conteúdos e, como tal, o Google atira-o para o fim da lista de resultados das pesquisas.

 

4 – O Google prefere sites seguros, com certificados digitais (https)

Apesar desta questão não estar diretamente relacionada com o Flash, verifica-se que a maior parte dos sites em Flash ainda vem de um tempo em que não havia preocupação com certificados digitais. Como tal, o seu site em Flash muito provavelmente não está marcado como seguro (https) e, como tal, o Google tem mais uma razão para o prejudicar nos resultados das pesquisas.

 

5 – O Google prefere sites acessíveis por smartphones (responsivos)

A maior parte dos sites em Flash foi desenvolvido com uma lógica de design que usava o ecrã “inteiro” do browser. Ora, isto era ótimo para quem acedia ao site num PC com um monitor “normal”. Mas péssimo para quem acede ao site através de um tablet ou, pior, através de um smartphone, visto que um site em Flash não se consegue adaptar devidamente à dimensão de ecrã de um smartphone. Ora, o Google hoje em dia dá preferência a sites que se conseguem adaptar a smartphones, por isso, para além do seu site não aparecer em smartphones, ainda é prejudicado pelo Google por esse facto nos resultados de pesquisas.

 

6 – É mais complicado atualizar um Site em Flash

Como hoje em dia já é uma tecnologia obsoleta, é mais difícil (e caro) arranjar profissionais que trabalhem com o Flash para lhe poderem fazer alterações ao seu site ou atualizar conteúdos integrados no site. Para além de que para mexer nos ficheiros Flash é preciso ter software profissional (bastante caro) da Adobe e ter conhecimentos técnicos avançados para usar esse software, ou seja, não é algo que consiga fazer por si mesmo, enquanto que num site em HTML que tenha um gestor de conteúdos (como o WordPress, por exemplo), pode alterar o site e os conteúdos de forma fácil e autónoma.

7 – Sites em Flash são mais pesados e lentos a carregar

Apesar desta regra não ser absoluta, aplica-se na maioria dos casos. Ou seja, tipicamente, um site em Flash, mesmo que só tenha umas poucas linhas de texto, é mais pesado e demora mais tempo a carregar do que um site equivalente em HTML. Como tal, obriga os visitantes do seu site a esperar mais tempo para que o site carregue (o que afasta a maior parte dos utilizadores) e a gastar (quer os utilizadores, quer você no seu alojamento) mais tráfego e largura de banda.

 

8 – Sites em Flash têm má acessibilidade

Utilizadores com dificuldades visuais e/ou que necessitem de utilizar equipamentos de “leitura”, vêem a sua vida bastante dificultada, visto que na maior parte dos casos não conseguirão de todo ler o conteúdo do seu site. Por isso, se se preocupa (comercialmente ou moralmente) em que o seu site seja acessível a toda a gente, considere mesmo passar o seu site de Flash para HTML.

 

Por cada dia que adia a decisão de passar o seu site de Flash para HTML está a perder clientes.

Dica: A forma mais fácil e rápida de ter um site em HTML com o gestor de conteúdos WordPress é com o serviço iFlexi OpenSite, em que tem o seu novo site em 24h. Mais informação aqui: http://www.iflexiopensite.com

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